Mais uma vez lhes conto um caso que Frederico usou para puxar assunto comigo, lembram dele, o psiquiatra? O trem demorou um pouco mais aquele dia, mas Frederico pôs detalhes, então não consegui ouvir tudo, mas leia só:
O dia sorria lá fora, coberto apenas pela cortina do quarto de Henrique, que levantou-se lentamente, arrastando-se da cama, como se desprendesse de seu lugar de origem, se forçando a viver uma vida que não queria para si. Foi até a cozinha e ligou a cafeteira antes de separar alguns trocados para comprar pão no mercado próximo de sua casa.
Eram somente duas quadras, no máximo 7 minutos, o suficiente para chegar em casa com o café pronto, quente e o esperando. No caminho, tanto de ida quanto de volta, as ruas calmas de seu bairro eram praticamente vazias, só com algumas senhoras e uns senhores varrendo seus quintais, olhando o movimento, pegando o sol da manhã, saindo de seus prédios para também irem comprar o pão da manhã.
Já em casa, tomou seu café e comeu seu pão com geleia de toda a manhã, um ritual sem prazer já há algum tempo, mas ainda necessário. Sentou-se, então, em frente a seu computador no escritório em sua sala,que resumia-se em uma mesa e uma estante com livros variados de assuntos diversos, entre eles os de literatura inglesa e americana. Sua caixa de e-mail piscava.
Ao ler sentiu seu chão sumir, sentiu o soco no estomago vindo de dentro, as forças faltaram em seu rosto, que desabou, cansado de fazer qualquer expressão, ficou sem reação por um tempo, mas ela veio de seu punho e sua garganta, que explodiram num soco na mesa e um grito forçadamente segurado, seguido de um espalhar com a mão por cima da mesa que derrubou alguns papeis e o porta lápis.
Ele olhou o que acabara de fazer e abaixou-se para recolher a bagunça que havia feito. E parou aqui esse relato, sem eu saber o conteúdo do e-mail... Mas eu queria saber, o que você, leitor, acha que era? Por que tamanha reação por conta de um e-mail? Como Henrique vai resolver isso em sua vida? Diga nos comentários o que você achou da historia e conte o que tinha no e-mail!
O dia sorria lá fora, coberto apenas pela cortina do quarto de Henrique, que levantou-se lentamente, arrastando-se da cama, como se desprendesse de seu lugar de origem, se forçando a viver uma vida que não queria para si. Foi até a cozinha e ligou a cafeteira antes de separar alguns trocados para comprar pão no mercado próximo de sua casa.
Eram somente duas quadras, no máximo 7 minutos, o suficiente para chegar em casa com o café pronto, quente e o esperando. No caminho, tanto de ida quanto de volta, as ruas calmas de seu bairro eram praticamente vazias, só com algumas senhoras e uns senhores varrendo seus quintais, olhando o movimento, pegando o sol da manhã, saindo de seus prédios para também irem comprar o pão da manhã.
Já em casa, tomou seu café e comeu seu pão com geleia de toda a manhã, um ritual sem prazer já há algum tempo, mas ainda necessário. Sentou-se, então, em frente a seu computador no escritório em sua sala,que resumia-se em uma mesa e uma estante com livros variados de assuntos diversos, entre eles os de literatura inglesa e americana. Sua caixa de e-mail piscava.
Ao ler sentiu seu chão sumir, sentiu o soco no estomago vindo de dentro, as forças faltaram em seu rosto, que desabou, cansado de fazer qualquer expressão, ficou sem reação por um tempo, mas ela veio de seu punho e sua garganta, que explodiram num soco na mesa e um grito forçadamente segurado, seguido de um espalhar com a mão por cima da mesa que derrubou alguns papeis e o porta lápis.
Ele olhou o que acabara de fazer e abaixou-se para recolher a bagunça que havia feito. E parou aqui esse relato, sem eu saber o conteúdo do e-mail... Mas eu queria saber, o que você, leitor, acha que era? Por que tamanha reação por conta de um e-mail? Como Henrique vai resolver isso em sua vida? Diga nos comentários o que você achou da historia e conte o que tinha no e-mail!
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